Campeãs Olímpicas

As quatro jogadoras de futsal do Grupo Nun´ Álvares chegaram ontem à cidade de Fafe, onde foram recebidas pelos Senhor Presidente da Junta Paulo Soares e pelo Senhor Vogal Marco Freitas. Uma receção muito calorosa no Pavilhão da Instituição. Telma Pereira, Carina Luís, Martinha e Leninha, que venceram as medalhas de ouro no Jogos Olímpicos para a Juventude em Buenos Aires.

Fafenses pelo País e pelo Mundo

Ontem iniciamos na página do facebook da Junta de Freguesia de Fafe – “Fafenses pelos país e pelo mundo”. Fafenses que não residem em Fafe mas que se têm feito notar nas suas áreas de atuação e sempre com o grande amor à cidade de Fafe.

Hoje, é a vez de partilharmos:
O Guitarra (Nuno Marinho), um conhecido artista fafense que corre o país com os seus trabalhos musicais – reside no Algarve. Tem também trabalhos com a sua Contrabanda.

Freguesia de Fafe

Fafe é sede de concelho e detém uma população de cerca de 15 703 habitantes, segundo os censos de 2011, e uma área de 7,97 km². Apesar da sua componente urbana, a freguesia de Fafe envolve o urbano e o rural numa mescla que se encaixa em harmonia. Os aspetos rurais são mais visíveis nos limites da freguesia.  No que respeita à área mais urbana, não podemos deixar de referir a construção dos brasileiros, presente na arquitetónica de inúmeros edifícios espalhados pela cidade, nos quais podemos observar as fachadas imponentes, os mosaicos amarelos, verdes e azuis e as magníficas clarabóias. Os serviços, o comércio e as pequenas confeções têxteis dominam o setor económico da cidade.
Junta de Freguesia
Presidente: Paulo Soares
Secretário: António José Silva
Tesoureira: Tânia Von Doellinger
Vogal: Marco Freitas
Vogal: Aurora Lopes
Morada: Praça Mártires do Fascismo, 26, 4820 – 146 Fafe
Telefone: 253 590 399
email: geral@jf-fafe.pt

LENDA IV

Um jovem rapaz filho de gente humilde, no dia das festas de Nossa Senhora da Misericórdia ou Senhora de Antime, enquanto assistia à passagem da procissão, viu a sua “trigueira”, bela e amada namorada ser apalpada no “traseiro” por um abastado fidalgo que visitava Fafe, tradicionalmente, pelas festas da “Vila”. O jovem namorado, embora ficasse muito ofendido, não quis “fazer peito” e pacientemente deixou passar a procissão. No final deste acto religioso, o rapaz dirigiu-se ao fidalgo fazendo-lhe sentir o seu desagrado pelo gesto obsceno feito à sua namorada momentos atrás. O burguês, tirando a sua cartola da cabeça, fá-la passar junto da cara do rapagão que sentindo-se uma vez mais provocado, quis lavar a sua honra, desafiando o ricaço para um duelo. O desafio foi aceite. No momento de escolher as armas, foi pelo próprio povo que assistia à discussão, pedido aos homens desavindos que mantivessem a tradição do jogo do pau. O ofendido aceitou esta escolha popular das armas. Pelos presentes foram então entregues aos rivais dois valentes lódãos. A escaramuça começou. Ouviam-se, de vez em quando, os gemidos de dor dos homens quando sofriam as fortes pancadas, misturadas com o som do bater dos paus. Os populares que assistiam a esta renhida luta batiam palmas. Era o delírio, há muito que não se via uma rixa destas. O pobre rapaz deu tamanha lição de pancadaria no burguês que, fugindo a “sete pés”, abandonou rapidamente a Praça, ouvindo ainda o grito de todos os populares:

– “VIVA A JUSTIÇA DE FAFE”!
– “COM FAFE NINGUÉM FANFE”!